Uruguaiana
Jornal de Hoje

Programa internacional de saúde pode ser adotado em Uruguaiana

11 Abril 2018 14:40:00

Larissa Vargas
Saúde
Foto: Ascom/PMU
Reunião ocorreu ontem, na Prefeitura Municipal.

Uma teleconferência envolvendo profissionais da área da saúde de Uruguaiana, Florianópolis e Londres, encaminhou o processo de implantação do Pack - Guia Básico para Cuidados de Saúde no município. Por meio de treinamentos especializados, médicos e enfermeiros uruguaianenses poderão ter acesso às mais atualizadas informações em nível mundial em torno do tema.

A teleconferência foi realizada na manhã da última segunda-feira, 9/4, no salão nobre da Prefeitura e reuniu servidores da Secretaria da Saúde, as secretárias municipais, Thais Aramburu e Carla Zílio; a médica Marilyn Urrutia Pereira; o prefeito municipal Ronnie Mello; a médica inglesa Tracy Eastman e o médico brasileiro Matheus Pacheco de Andrade.

A intenção é adotar o PACK em Uruguaiana, colocando à disposição de médicos e enfermeiros do município, as informações disponíveis em torno da ferramenta de manejo clínico em Atenção Primária à Saúde, formando dessa maneira, agentes multiplicadores em nível local da proposta.

A secretária Municipal de Saúde, Thais Aramburu, explicou como vai funcionar o programa. "É um programa de treinamento para médicos e enfermeiros para ter unidade nas ações, ou seja, vai padronizar o atendimento. Se tu consultar, seja onde for, o médico tem que pedir os mesmos exames, te prescrever a mesma coisa", explicou.

De acordo com a secretária, esse treinamento foi feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS) às cidades da África, depois na China e agora está sendo ofertado no Brasil. Deve ocorrer um treinamento presencial em Uruguaiana, onde 70 médicos e 55 enfermeiros serão treinados, ampliando a capacidade de oferta de serviços nas unidades básicas de saúde. A data ainda não foi confirmada, pois depende de convênios.

"Eu imagino que vai ser um pulo de qualidade imenso, nós não vamos treinar só os Mais Médicos, nós vamos treinar todos os médicos, mesmo os clínicos gerais que atuam nas unidades básicas, para ter essa padronização da assistência", avaliou a secretária, acrescentando que "a meta é resolver entre 80 e 90% todos os problemas na unidade básica, internar o mínimo possíve

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