
Os estados que ainda não atingiram a meta de vacinar 90% dos grupos prioritários contra a Influenza (H1N1, H3N2 e Influenza B) poderão continuar imunizando a população até o dia 30 de junho. No Rio Grande do Sul, a cobertura vacinal foi de 66,42% da população estimada de 5.069.591, com 3.367.042 doses aplicadas em todos os grupos prioritários.
Dados parciais do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), no que se refere aos resultados da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, demonstram que foram vacinadas até 25/5, 48.059.096 pessoas de um total de 77.728.419 de pessoas, com alcance de uma cobertura vacinal de 61,83%.
Em todo o Brasil a meta de cobertura vacinal (90%) foi alcançada para os grupos das pessoas com 60 anos ou mais (113,3%) e trabalhadores da saúde (103,01%). Não foi alcançada para os outros grupos prioritários.
Em Uruguaiana, já foram vacinadas 24.553 pessoas das 33.808, o que equivale a 72,62% da população dos grupos de risco imunizada. A vacina está disponível em praticamente todas as Estratégias de Saúde da Família (ESFs) das 7h30 às 11h30 horas e das 13h30, exceto na ESF do CAIC, que passa por reforma elétrica. Na sala de vacina central, o atendimento é das 8h às 17h30 de segunda a sexta-feira.
A vacinação contra influenza tem por objetivo a redução do número de complicações, internações e índice de mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus da gripe, nos grupos-alvo definidos, em especial frente a situação que o país enfrenta com a pandemia de coronavírus.
Recomenda-se que as doses existentes nos municípios devem continuar sendo destinadas aos grupos prioritários já elencados:
– pessoas de 60 anos ou mais;
– trabalhadores da saúde;
– profissionais das forças de segurança e salvamento;
– pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais;
– adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas;
– população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional;
– caminhoneiros;
– motoristas e cobradores de transporte coletivo;
– portuários;
– povos indígenas;
– crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade;
– pessoas com deficiência, gestantes e puérperas até 45 dias;
– adultos de 55 a 59 anos de idade;
– professores das escolas públicas e privadas.








