
Dados educacionais
Sempre que pesquiso sobre assuntos diversos sobre educação, me deparo com dados avaliativos dela em nosso país. Alguns temas consigo desenvolver textos, mas outros me deixam entristecida e sem palavras. O que a maioria das pessoas ainda não sabem é que dificilmente ou nunca, os professores são ouvidos sobre qualquer tema. Importantes decisões que organizam e avaliam a educação brasileira saem de grupos pequenos e muitas vezes distantes da realidade de sala de aula.
Posso garantir que somos avaliados anualmente e os estudantes também. São provas nacionais, estaduais, municipais e da turma. Uma maratona incansável para testar os níveis de aprendizagem e o que está sendo ensinado nas escolas. Mas a pergunta que fica é: por que índices tão baixos como os de alfabetizados no tempo certo? Se eu fosse escrever o que meus colegas e eu pensamos, acho que montaria um livro. E acredite, não seríamos ouvidos.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas da Educação Básica, e serve para a rede pública privada. Temos que seguir esse mapa educacional no ano letivo, ou seja, todos os estudantes precisam aprender as mesmas coisas, independente de estarem em escolas públicas ou privadas. E o erro onde está?
Os professores são capacitados, a grande maioria com pós-graduação, fora as formações continuadas obrigatórias que podem ser mensais ou uma semana inteira no início e no meio do ano. Muitos que são da rede pública também trabalham nas instituições particulares, mesmos profissionais em lugares diferentes, com conteúdos obrigatórios a serem trabalhados iguais. Enquanto os colegas de escolas privadas possuem materiais e estruturas que auxiliam ainda mais em todo esse processo, posso garantir que independente da escola que seu filho esteja, os educadores da rede pública muitas vezes fazem milagres com o que conseguem construir e ofertar aos seus alunos, construindo materiais e tirando do próprio bolso.
Muitas coisas que deram certo no passado foram tiradas, outras modernas nos reinventam, a educação está sempre em constantes mudanças, não estamos parados, mas continuamos pouco ouvidos. Também estamos exaustos, muita cobrança e pouco retorno em muitos temas, inclusive a valorização profissional que nos daria mais tempo para estudarmos para buscar soluções para esses números tão baixos.
Posso garantir que somos avaliados anualmente e os estudantes também. São provas nacionais, estaduais, municipais e da turma. Uma maratona incansável para testar os níveis de aprendizagem e o que está sendo ensinado nas escolas. Mas a pergunta que fica é: por que índices tão baixos como os de alfabetizados no tempo certo? Se eu fosse escrever o que meus colegas e eu pensamos, acho que montaria um livro. E acredite, não seríamos ouvidos.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas da Educação Básica, e serve para a rede pública privada. Temos que seguir esse mapa educacional no ano letivo, ou seja, todos os estudantes precisam aprender as mesmas coisas, independente de estarem em escolas públicas ou privadas. E o erro onde está?
Os professores são capacitados, a grande maioria com pós-graduação, fora as formações continuadas obrigatórias que podem ser mensais ou uma semana inteira no início e no meio do ano. Muitos que são da rede pública também trabalham nas instituições particulares, mesmos profissionais em lugares diferentes, com conteúdos obrigatórios a serem trabalhados iguais. Enquanto os colegas de escolas privadas possuem materiais e estruturas que auxiliam ainda mais em todo esse processo, posso garantir que independente da escola que seu filho esteja, os educadores da rede pública muitas vezes fazem milagres com o que conseguem construir e ofertar aos seus alunos, construindo materiais e tirando do próprio bolso.
Muitas coisas que deram certo no passado foram tiradas, outras modernas nos reinventam, a educação está sempre em constantes mudanças, não estamos parados, mas continuamos pouco ouvidos. Também estamos exaustos, muita cobrança e pouco retorno em muitos temas, inclusive a valorização profissional que nos daria mais tempo para estudarmos para buscar soluções para esses números tão baixos.








