José Clemente chefiará o Legislativo ano que vem

Foi protocolada, nesta sexta-feira, 5/12, a chapa que deve comandar o Poder Legislativo no próximo ano. Com apoio da maioria absoluta do Parlamento, José Clemente Corrêa (Podemos) encabeça o grupo que busca a Mesa Diretora 2026.

A eleição ocorre no próximo dia 18, durante a última sessão ordinária do ano. A composição apresentada, além de Clemente Corrêa (Podemos) como presidente, traz Egídio de Carvalho (PP), como vice-presidente; Márcia Fumagali (Republicanos) como 1ª secretária; Adenildo ‘Bispo’ Padovan (Podemos) como 2º secretário; e Vagner “Mano Gás” Garcia (Republicanos) como 3º secretário.

O grupo recebeu o apoio dos vereadores Joalcei ‘Juca’ Gonçalves (PP), atual presidente; Lilian Cuty Republicanos); Celso Duarte (PP); Stella Luzardo (União Brasil); e Luis Fernando Peres (PDT). Apenas Manoela Couto (PDT) não assinou o documento, apoiando a chapa formada.

Clemente destaca que esta será a primeira vez em seus quatro mandatos que concorrerá à presidência da Câmara. “Entendo que a nossa experiência política e legislativa, associada ao conhecimento na área do Executivo, pode auxiliar no trabalho da Câmara em relação às demandas da comunidade”, afirmou.

Para Clemente, um dos principais compromissos da futura Mesa Diretora será fortalecer o diálogo interno e ampliar a aproximação com a população. Ele também defende melhorias na gestão e na descentralização de ações do Parlamento. “Queremos uma Câmara ainda mais democrática e aberta. Pretendemos aprimorar o diálogo com servidores, parlamentares e, sobretudo, com os cidadãos. A comunidade precisa conhecer melhor o papel do Poder Legislativo”, disse.

O vereador adiantou ainda que, caso eleito, sua gestão deverá priorizar transparência, responsabilidade, fiscalização eficiente e cumprimento dos princípios legais que orientam a administração pública. “O mandato legislativo exige equilíbrio entre fiscalização e responsabilidade. Nosso objetivo é trabalhar com seriedade, aproximar a Câmara da sociedade e reforçar a confiança no Poder Público”, concluiu.