A revista cientifica Nature Medicine publicou uma pesquisa comandada por cientistas da Universidade Federal da Bahia (UFBA), da Universidade de Brasília (UNB) e da Universidade de Glasgow que envolveu 14 milhões de pessoas e apontou que a dose de reforço da vacina contra a covid-19 faz a diferença. O estudo analisou a aplicação do reforço do laboratório Pfizer em quem foi imunizado com a primeira e a segunda dose da Coronavac.
Para estas pessoas a eficácia da vacina alcançou 92,7% contra infecções e 97,3% contra casos graves, que envolvem hospitalizações e mortes. A maior proteção da dose de reforço contra a Covid-19 ocorreu em um período no qual foi aplicada até 30 dias após a segunda injeção do imunizante.
A eficiência da Coronavac caiu para 34,7% contra infecções e 72,5% contra quadros graves depois de seis meses após a segunda dose. A pesquisa indica que indivíduos a partir de 80 anos tiveram menor proteção após a segunda dose, mas, com um reforço da Pfizer, chegaram a níveis seguros de proteção.


