Jovem de 21 anos foi localizado no bairro Jóquei Clube após informações sobre seu paradeiro e teve mandado de prisão cumprido pela Brigada Militar créditos: divulgação/PCRS.

Um homem, de 21 anos, condenado por homicídio doloso e que estava foragido da Justiça foi preso na manhã do último sábado, 27/6, em Uruguaiana. A captura foi realizada por equipes da Brigada Militar durante uma ação no bairro Jóquei Clube. O preso foi identificado como Neilor Pinheiro Liberatto, informação confirmada ao CIDADE pelo delegado Rodrigo Bobrzyk, titular da Delegacia de Polícia de Itaqui.

De acordo com a Brigada Militar, a prisão ocorreu logo nas primeiras horas de serviço, após o Auxiliar de Serviço receber informações sobre o paradeiro do foragido. Com base nas denúncias, as guarnições deslocaram-se até o bairro Jóquei Clube, onde localizaram e abordaram o condenado, dando cumprimento ao mandado de prisão expedido pelo Poder Judiciário.

Após a abordagem, Neilor foi cientificado de seus direitos constitucionais e encaminhado para avaliação médica na Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Em seguida, foi apresentado na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Uruguaiana, onde foram realizados os procedimentos legais. Ele permanecerá à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.

A prisão ocorreu poucos dias após a Polícia Civil do Rio Grande do Sul, por meio da Delegacia de Polícia de Itaqui, concluir o inquérito que apurou uma tentativa de homicídio registrada no município em 24 de maio de 2026.

Conforme a investigação, concluída na segunda-feira, 22/6, os investigados agiram em conjunto para atrair a vítima até o local do crime, onde ela foi atingida por cinco disparos de arma de fogo. Durante o andamento das investigações, dois dos suspeitos foram presos por determinação do Poder Judiciário.

Na ocasião da conclusão do inquérito, a Polícia Civil informou que o terceiro investigado, Neilor Pinheiro Liberatto, permanecia foragido e divulgou pedido de colaboração da população para localizar o suspeito. O inquérito foi remetido ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.