A Universidade Federal do Pampa (Unipampa), campus Uruguaiana, recebe nesta terça-feira (22/9) uma atividade voltada à conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos. O encontro será realizado às 19h30min, no Salão de Atos da instituição, reunindo estudantes e profissionais da área da saúde para uma conversa sobre diferentes etapas que envolvem o processo de doação.
A iniciativa é organizada pela Equipe Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos (E-Dot) do Hospital Santa Casa de Uruguaiana (HSCU), em parceria com o Laboratório de Estudos e Pesquisas em Cuidados Intensivos (Lacin), coordenado pela professora Josefine Busanello.
Entre os assuntos previstos estão os critérios utilizados para o diagnóstico de morte encefálica, os cuidados necessários para a manutenção de um potencial doador e os procedimentos relacionados à captação e à doação de órgãos e tecidos. A proposta é ampliar o conhecimento dos participantes e estimular a discussão sobre um tema que envolve tanto aspectos clínicos quanto sociais.
Ao CIDADE, Josefine destaca que a programação integra uma mobilização mais ampla desenvolvida durante o Setembro Verde, período dedicado à conscientização sobre a importância da doação. “Além da atividade desta terça-feira, 22, há muitas outras atividades que estão sendo organizadas em vários setores da sociedade em alusão ao Setembro Verde”, afirma a professora.
Outros encontros
As ações de conscientização também terão continuidade no Hospital Santa Casa de Uruguaiana. Na quarta-feira, 23/9, serão promovidos novos encontros para discutir a doação de órgãos e esclarecer dúvidas da comunidade.
As atividades ocorrerão às 9h30min e às 15h, no quarto andar do HSCU, sendo o público-alvo, profissionais do hospital. À noite, às 19h30min, a programação será realizada no Senac Uruguaiana. Os encontros são abertos ao público e integram a agenda do mês programado ao incentivo à doação de órgãos.
A campanha busca estimular o diálogo sobre a doação, especialmente dentro das famílias. A manifestação de vontade do potencial doador é um dos pontos centrais da discussão, já que a comunicação entre familiares pode contribuir para que a decisão sobre a doação seja conhecida em um momento de perda.

