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Cuidado com pets

Queda de temperatura exige cuidados com doenças respiratórias em pets

Gabriela Barcellos/JC imagem ilustrativa - fireção ilustrativa - Veterinária Marília Balhego, da Clinivet, explica os cuidados que devem ser tomados

É bastante comum que, com a troca de estações e alterações nas temperaturas, a gente sofra um pouquinho com problemas respiratórios: aquela crise chata de rinite, uma gripe, uma dor de garganta. De acordo com a médica veterinária Marília Balhego, da Clinivet, o mesmo acontece com os nossos pets. 

Conforme a profissional, com a chegada do inverno, há um aumento nas doenças do trato respiratório de cães e gatos. “Isso ocorre devido às baixas temperaturas, vulnerabilidade de alguns pets em relação a ambientes em que não estejam devidamente abrigados e a falta de imunização”, explica ela. 

Em felinos, conforme Marília, a rinotraqueite viral felina, a calicivirose, a clamidiose, asma, pneumonia e bronquite são as doenças mais comuns. Já em cães, a traqueobronquite infecciosa canina, popularmente conhecida como tosse dos canis, a pneumonia, rinite, asma e cinomose são as mais registradas. A veterinária ressalta ainda que a cinomose canina também afeta o sistema gastrointestinal e o sistema nervoso.  

Sintomas e prevenção 

Mas como saber se o bichinho está sofrendo de umas dessas enfermidades? Marília explica que os sintomas mais comuns são secreções oculares e nasais, apatia, perda de apetite, espirro e ainda tosse, que muitas vezes podem ser confundidas com engasgo. 

O tratamento de doenças respiratórias em cães e gatos varia de acordo com a doença e pode incluir medicamentos – como antibióticos, anti-inflamatórios e broncodilatadores e antifúngicos – além de nebulização, oxigenoterapia, e até cirurgias em casos mais graves. Por isso, ao observar esses sintomas, o ideal é procurar um médico e fazer uma avaliação o mais breve possível, para que o problema de saúde do bichinho não se agrave. 

Marília destaca ainda que há alguns cuidados simples que podem ser tomados para prevenir problemas respiratórios, sendo o principal deles, manter a vacinação em dia. "Manter os pets sempre vacinados, evitar locais de aglomeração com outros animais que possivelmente não tenham vacina em dia, evitar banhos sem os devidos cuidados de secagem dos pelos, ambientes frios e umidade. E consultar regularmente o veterinário”, finalizada a profissional. 


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